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domingo, 5 de setembro de 2010

Das coisas que só acontecem comigo

Você já conseguiu amassar sua garrafa d'agua na porta de um carro?
Eu consegui. Chamamos isso de bolsa com bolsos laterais.

Você já conseguiu comprar um tenis, o qual os dois pés pareciam iguais, mas na verdade eram diferentes?
Eu consegui. Chamamos isso de feira do calçado e "meu pai me deu dinheiro para comprar um tenis, então tenho que voltar pra casa com um tenis."

Você já conseguiu ter uma aula de 2 semanas, as quais a professora pulava o seu nome na chamada TODOS os dias?
Eu consegui. Chamamos isso de aula de um dia sim, um dia não.

Você já conseguiu ter um carro roubado e achá-lo 5 minutos depois, estacionado em frente a uma loja?
Eu consegui. Chamamos isso de sorte.

Você já conseguiu machucar a mesma perna 2 vezes no mesmo ano?
Eu consegui. Chamamos isso de buracos e desastre humano.

Você já conseguiu..... Bom, vou parar por aqui, por que isso deprime.

O que você já conseguiu?
E assim ficou minha garrafa


Débora Souza 05.09.10

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

No Piiiiiiiiiiiiii de Bacopari


Bacopari. Aquela cidadesinha no interior de Mostardas. Aquela da crônica passada. Lembram? Não? Ok.

Voltei a Bacopari firme e certa de que ia chegar até o mar, dessa vez, pelas dunas. Eu não cheguei. Na verdade cheguei mas foi pela estrada mesmo e de carro. Não foi emocionante? É ai que vem a melhor parte. Foi tão emocionante quanto andar pelas dunas a pé durante duas a mais horas com muita areia movediça. Foi tudo de GOOD quanto. Isso por que existe peixe que adora se meter em mar de tubarão. Eu sou um Beta no meio do oceano.
A estrada era pra Jipe ou Caminhonete ou Caminhão ou sei lá, qualquer coisa grande. Mas não era pra Uno. E nós fomos de Uno. O nome dele é Godofredo, pra quem não conhece ( Carrinho simpático, um tanto teimoso, mas é só fazer um carinho que ele obedece) .
O pobre Godofredo quase virou, andou no meio de muita água, atolou na areia, foi rebocado por desconhecidos simpáticos e sobreviveu.
Vitória do Godofredo. Como ele está agora? Com um barulho esquisito, só tranca quando quer, da umas engasgadas, mas chegou em casa vivo. Vitória do peixinho que resolveu sair do aquário.

E Bacopari? Há sim, continua a mesma. Linda de babar.



Débora Souza – 08.02.10

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Muito blá blá blá pra você neste final de ano

Provavelmente no final do ano passado você recebeu milhares de votos de paz, amor, felicidade, saúde e blá blá blá, não é?! Pois é, eu também. E sabem o que aconteceu? Paz, só tive no horário de dormir e quando não tinha pesadelos. Ok, amor eu tive, mas tive que aprender o que é amar, ele não veio de graça não. Felicidade eu tive por que tenho mania de rir de tudo que acontece, mas imaginem se fosse depressiva?! Saúde eu sempre tive, fora a gripe o ano inteiro, mas minha perna direita está pedindo para desejarem votos exclusivos para ela, assim quem sabe ela para de cair em buracos.
Então cheguei a seguinte conclusão: Algumas coisas acontecem ao contrário. Por isso vou desejar-lhes que sentem no formigueiro, que peguem uma gripe e principalmente não passem pra mim. Quem sabe assim tudo da certo. Mas para os supersticiosos de plantão eu desejo tudo de GOOD, muita saúde, paz, amor, felicidade, harmonia e muitos doces no natal. Ah! E poupem o pobre Pirú, ele também tem sentimentos.
imagens google

Débora Souza 23.12.08

terça-feira, 28 de julho de 2009

Eu pago impostos pra cair em buracos

Há alguns meses atrás, não lembro quantos exactos, eu estava andando na calçada próximo a minha casa, quando de repente a calçada se abriu. Exacto. Eu não enlouqueci. A calçada realmente se abriu. E eu? Eu fui com uma de minhas pernas para dentro de um buraco escondido abaixo de uma calçada oca que só esperava a minha passagem pelo local. Engraçado? Sim, muito engraçado. Até porque não é todo dia que uma calçada "se abre" pra você. Resumindo: Um mês com o joelho inchado. Se processei alguém? Não. Sou "boa" demais pra isso. Se me arrependo de não ter processado? Sim. Por quê? Escuta essa.

Sábado, 04 de outubro de 2008, aniversário de uma amiga, festa muito boa, saída da festa com um pouco de chuva, moto, eu + namorado, no caminho para casa a chuva aumenta, ruas com péssima iluminação, ruas cheias de pedrinhas, ruas com buracos, com possas de água (lama). Eu disse ruas com buracos? Quis dizer crateras. Exacto. Crateras. E foi numa dessas que crateras que moto + eu + namorado + pedrinhas + lama + escuridão e + chuva viramos um só, amontoados em um desgraçado de um buraco que não deveria estar ali. O que o prefeito estava fazendo quando aquele buraco se formou? Dormindo? Talvez. Mas tapando buracos é que ele não estava. Se estávamos rápido? Não. Se estivéssemos rápido teríamos voado longe e talvez eu não estivesse aqui contando este episódio ridículo para vocês. Como estávamos devagar apenas caímos para o lado. Mas foi suficiente para estragar meu lindo sapato roxo e deixar minha perna doendo até hoje. E suficiente para me deixar com raiva do prefeito ou seja lá quem for que é responsável pelos buracos da cidade.

Segunda vez em um ano que sou vítima dos buracos “camuflados” de Novo Hamburgo. Espero que o novo prefeito tape os buracos do antigo. Porque esta história de pagar impostos pra cair em buracos já perdeu a graça.

Débora Souza - 14.10.08



sexta-feira, 24 de julho de 2009

Oh mundo de novelas mexicanas



E hj tudo ta caindo...O dólar cai, a cadeira cai (no meu pé), o pássaro cai (na minha cabeça). Até aquele galã da novela, que você achava um máximo quando era uma pirralha, ta caído. Ó mundo cruel. No mínimo EU poderia parar de cair. Quem mandou ter perna torta?!?!

Débora Souza